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quarta-feira, 2 de abril de 2014

Escrituras Hebraicas ( Apresentação ) parte 1


O Antigo Testamento, também conhecido como Escrituras Hebraicas, tem 46 livros e constitui a primeira grande parte da Bíblia cristã,1 2 e a totalidade da Bíblia hebraica. Foram compostos em hebraico ou aramaico.Chama-se também  Tanakh, acrônimo lembrando as grandes divisões dos escritos sagrados da Bíblia hebraica que são os Livros da Lei (ou Torá), livros dos profetas (ou Nevi'im), e os chamados escritos (Ketuvim). Entretanto, a tradição cristãdivide o antigo testamento em outras partes, e reordena os livros dividindo-os em categorias; Lei, história, poesia (ou livros de sabedoria) e Profecias.Muitos séculos antes de Cristo, escribas, sacerdotes, profetas, reis e poetas do povo hebreu mantiveram registros de sua história e de seu relacionamento com Deus. Estes registros tinham grande significado e importância em suas vidas e, por isso, foram copiados muitas e muitas vezes e passados de geração em geração.
Com o passar do tempo, esses relatos sagrados foram reunidos em coleções conhecidas por a Lei, os Profetas e os Escritos. Esses três grandes conjuntos de livros, em especial o terceiro, não foram finalizados antes do Concílio de Jamnia, que ocorreu por volta de 95 D.C.A Lei compreende os primeiros cinco livros, tais como na Bíblia cristã. Já os Profetas incluem: Isaías, Jeremias, Ezequiel, os Doze Profetas Menores, Josué, Juízes, 1 e 2 Samuel e 1 e 2 Reis. Os escritos reúnem o grande livro de poesia, os Salmos, além de Provérbios, , Ester, Cantares de Salomão, Rute, Lamentações, Eclesiastes, Daniel, Esdras, Neemias e1 e 2 Crônicas.
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Os livros do Antigo Testamento foram escritos em longos pergaminhos confeccionados em pele de cabra e copiados cuidadosamente pelos escribas. Geralmente, cada um desses livros era escrito em um pergaminho separado, embora a Lei ocupasse espaço maior era escrito em dois grandes pergaminhos.O aramaico foi a língua original de algumas partes dos livros de Daniel e de Esdras. Hoje se tem conhecimento de que o pergaminho de Isaías é o mais remoto trecho do Antigo Testamento em hebraico. Estima-se que foi escrito durante o Século II A.C. e por isso, se assemelha muito ao pergaminho utilizado por Jesus na Sinagoga, em Nazaré. Foi descoberto em 1947, juntamente com outros documentos em uma caverna próxima ao Mar Morto.
Muitos séculos antes de Cristo, escribas, sacerdotes, profetas, reis e poetas do povo hebreu mantiveram registros de sua história e de seu relacionamento comDeus. Estes registros tinham grande significado e importância em suas vidas e, por isso, foram copiados muitas e muitas vezes e passados de geração em geração.Com o passar do tempo, esses relatos sagrados foram reunidos em coleções conhecidas por a Lei, os Profetas e os Escritos. Esses três grandes conjuntos de livros, em especial o terceiro, não foram finalizados antes do Concílio de Jamnia, que ocorreu por volta de 95 D.C.A Lei compreende os primeiros cinco livros, tais como na Bíblia cristã. Já os Profetas incluem: Isaías, Jeremias, Ezequiel, os Doze Profetas Menores, Josué, Juízes,1 e 2 Samuel e 1 e 2 Reis. Os escritos reúnem o grande livro de poesia, os Salmos, além de Provérbios, , Ester, Cantares de Salomão, Rute, Lamentações,Eclesiastes, Daniel, Esdras, Neemias e 1 e 2 Crônicas.
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Os livros do Antigo Testamento foram escritos em longos pergaminhos confeccionados em pele de cabra e copiados cuidadosamente pelos escribas. Geralmente, cada um desses livros era escrito em um pergaminho separado, embora a Lei ocupasse espaço maior era escrito em dois grandes pergaminhos.O aramaico foi a língua original de algumas partes dos livros de Daniel e de Esdras. Hoje se tem conhecimento de que o pergaminho de Isaías é o mais remoto trecho do Antigo Testamento em hebraico. Estima-se que foi escrito durante o Século II A.C. e por isso, se assemelha muito ao pergaminho utilizado por Jesus naSinagoga, em Nazaré. Foi descoberto em 1947, juntamente com outros documentos em uma caverna próxima ao Mar Morto.
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CONTEÚDOS E SECÇÕES
A actual lista de livros do Antigo Testamento foi, ao longo da sua história e tradição, organizada segundo princípios diferentes, daí resultando classificações que não são coincidentes.
As duas principais classificações representam, ainda hoje, as duas tradições da Bíblia Hebraica e da Bíblia Grega, no judaísmo antigo. A primeira divide o Antigo Testamento em Torá (Lei), Nebiîm (Profetas) e Ketubîm (Escritos); a segunda divide-o em Pentateuco, Históricos, Sapienciais e Proféticos.
Apesar de as modernas traduções tenderem a utilizar sobretudo o texto hebraico da Bíblia, para estas divisões e para o ordenamento dos livros dentro do Antigo Testamento, é muito mais frequente seguirem o esquema da segunda, ou dos Setenta. É a que seguimos nesta edição, fazendo anteceder cada uma destas secções de uma Introdução própria.

( Divisão considerada pelos Catolicos  )

Pentateuco
Livros Históricos
Livros Sapienciais
Livros Proféticos
( Divisão considerada pelos Evangélicos  )

Pentateuco ou Leis
Livros Históricos
Livros Poeticos ou Sabedoria
Livros Proféticos Maiores
Livros Proféticos Menores

domingo, 2 de março de 2014

Império Paleobabilônico


Babilônia é o nome de uma antiga cidade, que foi a capital da Suméria e da Acádia, na região que hoje é território do Iraque, derca de 80 km. da atual Bagdá. O têrmo, em babilônico, significa ¨porta de Deus¨, mas os judeus afirmam que vem do hebraico e significa ¨ confusão ¨. Teve
seu esplendor nos anos de 1950 a.C. até 1.200 a.C., quando foi tomada pelos Assírios. Entre os mais famosos reis da Babilônia destaca-se Hamurabi ( 1792 à 1750 a.C.), que organizou o mais antigo código de leis que a história registra. Hamurabi utilizou-se da escrita chamada cuneiforme , escrevendo em ¨tábuas¨de barro cozido.
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Babilônia (português brasileiro) ou Babilónia (português europeu) (em árabe: بابل, Babil; em acadiano: Bābili(m);1 em logograma sumério: KÁ.DINGIR.RAKI;1 em hebraico: בבל, Babel;1 em grego: Βαβυλών, Babylōn) foi uma cidade-Estado acadiana (fundada em 1 867 a.C. por uma dinastia amorita) na antiga Mesopotâmia, cujas ruínas são encontradas na atual cidade de Al Hillah, na província Babil, atual Iraque, cerca de 85 km ao sul de Bagdá. A Babilônia, juntamente com a Assíria, ao norte, foi uma das duas nações acadianas que evoluíram após o colapso do Império Acadiano, embora raramente tenham sido governadas por acádios nativos. Tudo o que resta da antiga e famosa cidade original da Babilônia é um monte, ou tell, de várias ruínas de edifícios de tijolos de barro e detritos na planície fértil da Mesopotâmia entre os rios Tigre e Eufrates. A própria cidade foi construída sobre o rio Eufrates e dividida em partes iguais ao longo de suas margens esquerda e direita, com taludes íngremes para conter as cheias sazonais do rio.
Recursos históricos disponíveis sugerem que a Babilônia foi primeiro uma pequena cidade que havia aparecido no fim do milênio III a.C. A cidade floresceu e alcançou a independência, com a ascensão da primeira dinastia Amorita da Babilônia, em1 894 a.C. Afirmando ser a sucessora da antiga Eridu, Babilônia eclipsou Nipur como a "cidade santa" da Mesopotâmia, na época em que um rei amorita chamado Hamurabi criou o primeiro e curto Império Babilônico. Esse rapidamente dissolveu-se após a sua morte e a Babilônia passou longos períodos sob dominação assíria, cassita e elamita. A cidade novamente se tornou a sede do Segundo Império Babilônico de 612 a 539 a.C., que foi fundado por caldeus e cujo último rei foi um assírio. OsJardins Suspensos da Babilônia foram uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo. Após sua queda, a Babilônia ficou sob dominação aquemênida, selêucida, parta, romana e sassânida. Foi dissolvida como uma província depois da conquista árabe-islâmica do século VII.
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Introdução
Muitos historiadores afirmam que a Babilônia é um dos berços das civilizações, pois é uma das sociedades mais antigas que conhecemos. Situada na região da Mesopotâmia (entre os rios Tigre e Eufrates) apresentou um grande desenvolvimento social, econômico, político e cultural. Achados arqueológicos apontam para a existência da sociedade babilônica há mais de cinco mil anos.
Reinado de Hamurabi 
A grandiosidade da Babilônia apareceu durante o reinado de Hamurábi. Este rei, utilizando sua habilidade bélica, conquistou várias cidades e regiões ao redor. Governou criando leis severas. OCódigo de Hamurábi baseava-se na ideia do “olho por olho, dente por dente”. Ou seja, a pessoa que cometia uma irregularidade ou crime pagava com uma punição no mesmo sentido e intensidade. Este código de leis foi registrado em escrita cuneiforme e gravado em pedras de argila. A economia da região era baseada na agricultura (praticada às margens dos rios Tigre e Eufrates) e no comércio.
Durante esta época a Babilônia tornou-se uma das regiões mais prósperas do mundo antigo. A cidade era composta de habitações luxuosas e grandes templos religiosos. Estes, eram administrados pelos sacerdotes, que também tinham a função de tomar conta das finanças do governo.

Reinado de Nabucodonosor 
Após a morte de Hamurábi, a Babilônia perdeu força e foi invadida e conquistada por diversas tribos da região. Voltou a ganhar poder e importância somente no século VI AC, durante o reinado de Nabucodonosor. Este rei retomou as conquistas e ampliou as áreas de domínio e influência. Ordenou a construção de muralhas em volta da cidade. Dentro das muralhas foram construídos diversos templos e palácios luxuosos, decorados com pinturas e jardins. Para sua esposa, Nabucodonosor ordenou a construção dos famosos Jardins Suspensos da Babilônia (uma das sete maravilhas do mundo antigo).
Entre os anos de 1300 e 600 a.C., os mesopotâmicos assistiram a dominação assíria, marcada pela violência de sua poderosa engrenagem militar. Por volta de 612 a.C., a sublevação dos povos dominados e a ação invasora dos amoritas e caldeus instituíram o fim do Império Assírio e a organização do Segundo Império Babilônico, também conhecido como Império Neobabilônico.
Nesse novo contexto, podemos destacar a ação do Imperador Nabucodonosor, que reinou entre os anos de 612 e 539 a.C.. Durante o seu governo, a civilização babilônica vivenciou o auge do desenvolvimento arquitetônico, representado pela construção das muralhas que protegiam a cidade, os luxuosos palácios e os Jardins Suspensos da Babilônia.
O regime de Nabucodonosor também ficou conhecido pelo estabelecimento de novas conquistas territoriais, entre as quais se destacam a região sul da Palestina e as fronteiras setentrionais do Egito. Após este governo, os domínios babilônicos foram paulatinamente conquistados pelos persas, que eram comandados pela batuta política e militar do rei Ciro I.
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O Passado de Babilônia

A antiga cidade de Babilônia começou imediatamente após o Dilúvio e simboliza a expressão da rebelião direta do homem contra Deus e contra a Sua ordem: “Sede fecundos, multiplicai-vos e enchei a terra” (Gn 9.1b). Portanto, o reinado humano começou na Babilônia com uma rebelião clara e evidente contra Deus. O Senhor interveio e espalhou a humanidade rebelde confundindo seus idiomas. O nome “Babel” foi dado à cidade de Ninrode, por causa da sentença de Deus sobre seus habitantes (Gn 11.1-9). O Dr. Dyer explica:
Babel foi a primeira tentativa de unificação da humanidade para causar um curto-circuito no propósito de Deus. Essa primeira cidade pós-diluviana foi projetada expressamente para frustrar o plano de Deus relativo à humanidade. As pessoas buscavam unidade e poder, e Babel deveria ser a sede governamental desse poder. Babilônia, a cidade feita por homens, que tenta se elevar até o céu, foi construída em direta oposição ao plano de Deus.[2]
Babel foi a primeira tentativa de unificação da humanidade para causar um curto-circuito no propósito de Deus. Essa primeira cidade pós-diluviana foi projetada expressamente para frustrar o plano de Deus relativo à humanidade. As pessoas buscavam unidade e poder, e Babel deveria ser a sede governamental desse poder.
A Babilônia estava novamente em primeiro plano no sexto século antes de Cristo[3] quando Deus enviou o Reino do Sul de Israel (Judá) para os setenta anos de cativeiro. Foi nessa época que Daniel recebeu de Deus muitas de suas visões proféticas. Nessas revelações, a Babilônia foi o primeiro dos quatro grandes impérios que se levantaram durante os “tempos dos gentios” (Dn 2 e 7). A história revela que a Babilônia sofreu um declínio até o segundo século depois de Cristo, quando ficou deserta. Essa cidade soterrada sob as areias do tempo durante os últimos mil e setecentos anos recomeçou sua ascensão no século passado. Espere mais um pouco e você verá a Babilônia tornando-se uma força religiosa, comercial e politicamente dominante no mundo, pois os capítulos 17 e 18 de Apocalipse predizem sua destruição, mas, para ser a cidade que essas profecias projetam, Babilônia precisa ser reconstruída em grande escala, voltando a ser como nos dias de Nabucodonosor.
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Em Apocalipse 17-18 Babilônia é citada como sendo a fonte da religião, do governo, e da economia ímpios. Todos os aspectos injustos da sociedade do fim dos tempos são, finalmente, derivados de uma fonte babilônica. O verdadeiro caráter de Babilônia é revelado a João em Apocalipse 17.5 como um mistério assim descrito:
“BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA”.
Como a mãe de todas as religiões falsas, Babilônia é a fonte onde nasce o falso cristianismo de nossos dias e, certamente, durante a Tribulação. Todas as correntes do cristianismo apóstata – catolicismo romano, as igrejas ortodoxas do Oriente e o protestantismo liberal – vão convergir na Babilônia eclesiástica (Ap 17) durante a Tribulação. O Dr. Dyer nos informa:
...em Apocalipse 17 João descreve a visão em duas partes. A primeira parte fala de uma mulher identificada como Babilônia. Simboliza uma cidade de extrema riqueza que controla – “povos, multidões, nações e línguas” (Ap 17.15). Ela é literalmente a cidade de Babilônia reconstruída.[5]
Esses povos, multidões, nações e línguas vão continuar sua tarefa de enganar, mas sofrerão o juízo de Deus durante e no final da Tribulação. Encontramos o mesmo parecer sobre Babilônia e a descrição de um destino semelhante em Apocalipse 18 referindo-se à Babilônia comercial.
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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Saulo de Tarso,ou simplesmente Paulo 2º parte


O nome de Paulo
O nome original do Apóstolo Paulo era Saulo; no judaico Saulo, em hebreu Shaul (Saul) e no grego Saulus. O Apóstolo Paulo nasceu entre os anos 5 e 10 dC, na cidade de Tarso da Cilícia . Por isso era e é chamado Paulo ou Saulo de Tarso.
"E disse-lhe o Senhor: Levanta-te, e vai à rua chamada Direita, e pergunta em casa de Judas por um homem de Tarso chamado Saulo; pois eis que ele está orando" (Atos 9:11).

A origem de Paulo
Era filho de judeus, da tribo de Benjamin e como era o costume foi circuncidado ao oitavo dia. Também cresceu seguindo a mais perfeita tradição judaica.
 "Circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu" (Filipenses 3:5).
E também era cidadão romano.
"O tribuno mandou que o levassem para a fortaleza, dizendo que o examinassem com açoites, para saber por que causa assim clamavam contra ele. E, quando o estavam atando com correias, disse Paulo ao centurião que ali estava: É-vos lícito açoitar um romano, sem ser condenado? E, ouvindo isto, o centurião foi, e anunciou ao tribuno, dizendo: Vê o que vais fazer, porque este homem é romano. E, vindo o tribuno, disse-lhe: Dize-me, és tu romano? E ele disse: Sim. E respondeu o tribuno: Eu com grande soma de dinheiro alcancei este direito de cidadão. Paulo disse: Mas eu o sou de nascimento" (Atos 22:24-28).
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O caráter de Paulo
Lendo as Cartas percebemos o caráter do Apóstolo: às vezes muito meigo e carinhoso; às vezes, severo. Não abria mão das suas idéias e ameaçava com castigos. Escrevendo às comunidades comparava-se à mãe que acaricia os filhinhos e era capaz de dar a vida por eles.
"Antes fomos brandos entre vós, como a ama que cria seus filhos. Assim nós, sendo-vos tão afeiçoados, de boa vontade quiséramos comunicar-vos, não somente o evangelho de Deus, mas ainda as nossas próprias almas; porquanto nos éreis muito queridos" (I Tessalonicenses 2:7,8)
Sentia pelos fiéis as dores do parto.
 "Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós; Eu bem quisera agora estar presente convosco, e mudar a minha voz; porque estou perplexo a vosso respeito" (Gálatas 4:19,20).
Amava-os, e por isso se sacrificava ao máximo por eles.
"Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado" (II Corítnios 12:15).
Mas era também pai que educava e gerava as pessoas por meio do Evangelho à vida nova.
"Assim como bem sabeis de que modo vos exortávamos e consolávamos, a cada um de vós, como o pai a seus filhos" (I Tessalonicenses 2:11).
"Porque ainda que tivésseis dez mil aios em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais; porque eu pelo evangelho vos gerei em Jesus Cristo" (I Coríntios 4:15).
Sentia, pelas comunidades que fundou, o ciúme de Deus, temendo que elas perdessem a fé.
"Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo. Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo" (II Coríntios 11:2,3).
Quando se fazia necessário exigia obediência. "Que quereis? Irei ter convosco com vara ou com amor e espírito de mansidão?" (I Coríntios 4:21). Muitas vezes Paulo é apresentado como alguém distante do povo e das suas comunidades, incapaz de manifestar sentimentos, indiferente ao drama das pessoas, anti-feminista, moralista e assim por diante. Os que vêem Paulo com esses olhos esquecem-se de suas viagens, cadeias, sofrimentos, perigos e, sobretudo, sua paixão por Jesus e pelo povo. Era capaz de amar todos os membros de todas as comunidades, sem distinção, chamando-os de queridos, amados, irmãos e até mesmo filhos. Queria que todos fossem fiéis a Deus.
É interessante ler as suas Cartas e anotar com quanta freqüência ele usava expressões, tais como: tudo, todo, sempre, continuamente, sem cessar, etc., e com elas expressar sua constante preocupação para com todos. E basta uma leitura mais cautelosa das suas Cartas para descobrir que Paulo não é assim tão insensível e que todo o seu apostolado vem carregado de sentimentos. "O coríntios, a nossa boca está aberta para vós, o nosso coração está dilatado. Não estais estreitados em nós; mas estais estreitados nos vossos próprios afetos. Ora, em recompensa disto, (falo como a filhos) dilatai-vos também vós" (II Coríntios 6:11-13).jogos de meninas

A família de paulo
Tinha uma irmã e um sobrinho que moravam em Jerusalém.
"E o filho da irmã de Paulo, tendo ouvido acerca desta cilada, foi, e entrou na fortaleza, e o anunciou a Paulo" (Atos 23:16).

A profissão de Paulo
Sua profissão era artesão, fabricante de tendas. "E, como era do mesmo ofício, ficou com eles, e trabalhava; pois tinham por ofício fazer tendas" (Atos 18:3).

O estado civil de Paulo
O seu estado civil também é um tanto incerto, ainda que na maioria das vezes se afirme que era solteiro. Pelo que vemos nas cartas paulinas, parecia ele ser solteiro: "Porque quereria que todos os homens fossem como eu mesmo; mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um de uma maneira e outro de outra. Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu" (I coríntios 7:7,8).
Alguns ficam em dúvida por causa do que está escrito em I Coríntios:
"Não temos nós direito de levar conosco uma esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas?" (I Coríntios 9:6)
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A formação de Paulo
Ainda jovem foi para Jerusalém e, na escola de Gamaliel, se especializou no conhecimento da sua religião. Tornou-se fariseu, ou seja, especialista rigoroso e irrepreensível no cumprimento de toda a Lei e seus pormenores.
"Quanto a mim, sou judeu, nascido em Tarso da Cilícia, e nesta cidade criado aos pés de Gamaliel, instruído conforme a verdade da lei de nossos pais, zeloso de Deus, como todos vós hoje sois" (AtOS 22:3).

 A religião de Paulo
Cheio de zelo pela religião, começou a perseguir os cristãos.
"Segundo o zelo, perseguidor da igreja, segundo a justiça que há na lei, irrepreensível "(Filipenses 3:6).
Esteve presente no martírio de Estevão, cujos mantos foram depositados aos seus pés.
"E quando o sangue de Estêvão, tua testemunha, se derramava, também eu estava presente, e consentia na sua morte, e guardava as capas dos que o matavam" (Atos 22:20).
Continuou perseguindo a Igreja até que se encontrou com o Senhor na estrada de Damasco.jogos de meninas
"E Saulo assolava a igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, os encerrava na prisão (Atos 8:3). E Saulo, respirando ainda ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor, dirigiu-se ao sumo sacerdote. E pediu-lhe cartas para Damasco, para as sinagogas, a fim de que, se encontrasse alguns daquela seita, quer homens quer mulheres, os conduzisse presos a Jerusalém. E, indo no caminho, aconteceu que, chegando perto de Damasco, subitamente o cercou um resplendor de luz do céu. E, caindo em terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? E ele disse: Quem és, Senhor? E disse o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões" (Atos 9:1-5).jogos de meninas
Era um homem bem preparado, além de conhecer bem a sua religião (o que pode ser comprovado pelas muitas citações ao AT), possuía boas noções de filosofia e das religiões gregas do seu tempo. Em Tarso, sua cidade natal, havia escolas filosóficas (dos estóicos e cínicos) e também escolas de educadores.
Ali nasceu Atenodoro, professor e amigo do imperador Augusto. Paulo algumas vezes utiliza frases desse educador: “Para toda criatura, a sua consciência é Deus” (Cf. Rm 14,22a). Ou: “Guarde para você, diante de Deus, a consciência que você tem” ou: “Comporte-se com o próximo como se Deus visse você, e fale com Deus como se os outros ouvissem você” (Cf. 1Ts 2,3-7). Além disso conhecia bem o grego e o método da retórica. Esforçava-se para compreender o modo grego de viver.
Embora não mencione isso em suas cartas, como se o desprezasse, a sua verdadeira cidadania é outra pois sua visão era no reino celestial.jogos de meninas
"Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo" (Filipenses 3:20).

A conversão de Paulo
A experiência de Paulo com Jesus mudou completamente a sua vida. De perseguidor passou a ser o anunciador até a sua morte.
 Na sua primeira missão apostólica, entre os anos 45 e 49, anunciando o Evangelho em Chipre, Panfilia, Pisidia e Lacaônia (At 13-14),passou a usar o nome grego de Paulo de preferência a Saulo, seu nome judaico. "Todavia Saulo, que também se chama Paulo, cheio do Espírito Santo, e fixando os olhos nele" (At 13,9).
Porém, ele soube tirar proveito desse título, bem como de toda a bagagem cultural adquirida, para conduzir todos a Jesus.
"Porque, sendo livre para com todos, fiz-me servo de todos para ganhar ainda mais. E fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivesse debaixo da lei, para ganhar os que estão debaixo da lei. Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei. Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns. E eu faço isto por causa do evangelho, para ser também participante dele" (I Coríntios 9:19-23).
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A missão de Paulo
Encontrou dificuldade para ser aceito como Apóstolo. As suspeitas vinham do fato ser um perseguidor e sobretudo porque não foi escolhido pessoalmente por Jesus. Quatorze anos após a sua conversão, subiu a Jerusalém, para o Concílio, onde defendeu a não circuncisão para os pagãos. Ele mesmo se defendeu das acusações.
"Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens. Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo" (Gálatas 1:11,12).
Para ele, anunciar o Evangelho era uma obrigação:
"Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!" (I Coríntios 9:16).
Em sua incansável missão de anunciar o Evangelho Paulo sofreu muito, mas não desistiu. Ele mesmo relata algumas das situações difíceis que passou:
"São ministros de Cristo? (falo como fora de mim) eu ainda mais: em trabalhos, muito mais; em açoites, mais do que eles; em prisões, muito mais; em perigo de morte, muitas vezes. Recebi dos judeus cinco quarentenas de açoites menos um. Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo; Em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos; Em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez" (II Coríntios 11:23-27).
Teve que lutar contra os falsos missionários (2Cor 10-12) que anunciavam um Evangelho fácil, que fugiam da humilhação e da tribulação. Anunciavam um Jesus sem a cruz. Paulo anunciava o Jesus Crucificado, ainda que isso fosse escândalo.
"Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos" (I Coríntios 1:23).
Porém a cruz não era o fim. O mesmo Jesus da cruz é também o Jesus Ressuscitado (1Cor 15).jogos de meninas
Postado por Anderson Curioso Bíblicojogos de meninas

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

A queda da ultima fortaleza


Massada

O ano 72 d.C. estava próximo de seu fim quando um sentinela judeu, que montava guarda num posto avançado nas montanhas, avistou uma nuvem de poeira aproximando-se no horizonte. Ele sabia que aquilo só podia significar uma coisa: os romanos estavam chegando. Foi dado o alarme. A última fortaleza da resistência judaica despertou. A guerra havia chegado a Massada.
A fortaleza
Massada, que, provavelmente, significa "lugar seguro" ou "fortaleza", é um imponente planalto escarpado, situado no litoral sudoeste do Mar Morto. O local é uma fortaleza natural, com penhascos íngremes e terreno acidentado. Na parte leste, a face do penhasco se eleva 400 metros acima da planície circundante. O acesso só é possível através de uma difícil trilha que serpenteia pela montanha.
As vertentes norte e sul são igualmente escarpadas, mas o lado oeste é um pouco mais fácil de atingir. Ali, embora a montanha ainda se eleve a mais de 100 metros de altitude, o terreno sobe com uma inclinação de vinte graus até cerca de 13 metros do topo. O platô de Massada tem a forma aproximada de um losango, com cerca de 600 metros de comprimento e 300 metros na parte mais larga.
Flávio Josefo, o famoso historiador judeu do primeiro século, é a principal fonte de informação sobre a história de Massada. Embora alguns de seus relatos e números sejam muitas vezes questionados, grande parte do que ele descreveu foi confirmado pela arqueologia.
Massada tornou-se uma fortaleza judaica durante o período dos hasmoneus (cerca de 150-76 a.C.). Mais tarde, o rei Herodes fez ampliações e reforçou suas defesas (37-31 a.C.). Como era de se esperar, as reformas de Herodes foram impressionantes. Uma dupla muralha de pedra, com 140 metros de extensão e quase seis metros de altura em alguns pontos, estendia-se por todo o perímetro do platô. No espaço de 4 metros de largura que separava as duas muralhas, foram construídos vários quartos, que eram usados para guardar armas e alojar as tropas. A muralha tinha quatro portões e mais de trinta torres.

Herodes construiu dois palácios com todo conforto e luxo da época: pisos de mosaicos, afrescos, colunatas e até uma piscina.

Herodes também construiu dois palácios com todo conforto e luxo da época: pisos de mosaicos, afrescos, colunatas e até uma piscina. Para garantir a auto-suficiência de seu refúgio no deserto, Herodes mandou plantar hortaliças e grãos na montanha, além de construir enormes cisternas escavadas na pedra para coletar água da chuva, com capacidade para mais de 40 milhões de litros. Suas despensas guardavam jarros de azeite, vinho, farinha e frutas. Herodes também tinha um estoque de armas suficiente para um exército de dez mil homens.
Após a morte de Herodes, a fortaleza de Massada foi ocupada por uma guarnição romana que ficou aquartelada ali por quase cem anos.
Os sicários
Durante o censo de Quirino (6 d.C., cf. Lc 2.2), surgiu entre os judeus daquela região uma quarta filosofia ou seita (além dos fariseus, saduceus e essênios). Josefo apontou essa seita como responsável pela destruição do Templo de Jerusalém, em 70 d.C. Esse partido defendia a rebelião contra Roma e não reconhecia nenhuma autoridade, senão a divina. Seus seguidores eram conhecidos como sicários, do latim sica, que significa "adaga curva". Alguns estudiosos identificam os sicários com os zelotes.
Josefo não tinha muitas palavras boas a dizer sobre os sicários. Ele os definiu como bandidos, que não assassinavam só os romanos, mas matavam e saqueavam seus próprios compatriotas, cometendo crimes bárbaros e fomentando a revolta, sob uma capa de patriotismo e ideais libertários.
No ano de 66 d.C., um grupo desses rebeldes entrou furtivamente na fortaleza de Massada e dizimou a guarnição romana aquartelada ali. Pouco depois, o líder dos sicários, Manaém, chegou a Massada com seus homens, saqueou o arsenal e seguiu em direção a Jerusalém, como líder autoproclamado da revolta contra Roma. Chegando em Jerusalém, Manaém agiu com extrema crueldade, assassinando todos os que não se submetiam à sua autoridade. Sua opressão tornou-se tão insuportável que provocou um levante num grupo de judeus de Jerusalém que consideravam sua tirania pior que a de Roma. Nessa revolta, Manaém foi preso e executado. Muitos de seus seguidores, inclusive um parente seu chamado Eleazar ben Jair, fugiram para Massada, onde Eleazar tornou-se líder dos sicários.
Durante os seis anos seguintes, os sicários de Massada demonstraram fervorosa devoção religiosa. Entretanto, em total incoerência com essa aparente piedade, Eleazar e seus homens costumavam atacar as povoações vizinhas, até mesmo as de judeus, para roubar provisões. A vila de En-Gedi, situada a cerca de 25 quilômetros ao norte de Massada, foi alvo de seu ataque mais cruel. Os sicários investiram contra a aldeia durante a Festa dos Pães Asmos, roubaram todos os mantimentos, expulsaram os habitantes judeus e, segundo Josefo, mataram setecentas pessoas.
Quando Jerusalém foi finalmente destruída pelos romanos, no ano 70 de nossa era, um pequeno punhado de sobreviventes dirigiu-se para Massada. Na época em que os romanos atacaram a fortaleza na montanha, no final de 72 d.C., a população judaica que ali vivia já somava 967 pessoas.
O cerco
Após a tomada de Jerusalém, os romanos começaram a operação de limpeza das áreas conquistadas. Dois baluartes judaicos remanescentes – Herodion e Maqueronte – foram rapidamente esmagados. Massada foi deixada para o novo procurador, Flávio Silva.
Silva marchou em direção a Massada com a Décima Legião e uma tropa auxiliar de milhares de soldados, além de milhares de prisioneiros judeus que trabalhavam como escravos, produzindo alimentos e fornecendo água para o exército.
Ao chegar à base da fortaleza de Massada, Silva começou a elaborar uma estratégia para enfrentar o desanimador desafio que se erguia à sua frente. Após avaliar a situação, ele decidiu, primeiramente, construir oito acampamentos de base em torno da fortaleza. Um deles foi colocado na montanha que dava vista para Massada, no lado sul. O local era um ótimo posto de observação, permitindo acompanhar as atividades dos sicários. O quartel-general de Silva estava localizado num dos acampamentos maiores, a noroeste da fortaleza.
O primeiro objetivo de Silva era impedir que os sicários escapassem. Para isso, construiu uma muralha de três quilômetros de extensão e quase dois metros de espessura, circundando toda a montanha.
O segundo objetivo de Silva era transpor a muralha defensiva no alto da montanha e penetrar na fortaleza. Ele sabia que um cerco prolongado estava fora de questão, pois Massada tinha uma abundante reserva de provisões. Então, decidiu construir uma rampa de assalto sobre a elevação natural na encosta oeste de Massada. Esse feito não foi nada desprezível. As tropas de Silva levaram grande quantidade de terra e pedras para o local, e usaram vigas de madeira de tamargueira, com 60 centímetros a 1 metro de comprimento, para escorar a pilha de entulho. Com esse material, construíram um plano inclinado que deve ter tido uns 160 metros de comprimento, 15 metros de largura e 8 metros de profundidade.[1]
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O general Silva decidiu construir uma rampa de assalto sobre a elevação natural na encosta oeste de Massada, um plano inclinado que deve ter tido uns 160 metros de comprimento, 15 metros de largura e 8 metros de profundidade, e que ainda hoje pode ser visto.


Mas os sicários sabiam muito bem quais eram as intenções dos romanos, e não ficaram assistindo de braços cruzados. Enquanto os romanos tentavam construir sua rampa, os judeus juntavam grandes pedras, pesando uns 50 quilogramas cada uma, e as mandavam rolando morro abaixo. Além disso, outros sicários arremessavam pedras menores com suas fundas.
Mas a resistência foi em vão. O plano inclinado foi concluído e as enormes máquinas de guerra dos romanos entraram em ação. Uma dessas torres tinha entre 20 e 30 metros de altura, e, lá de cima, os romanos lançavam uma chuva de setas e pedras sobre os atarantados rebeldes.
A torre também tinha um poderoso aríete, composto de uma enorme tora de madeira com uma ponta de ferro no formato de cabeça de carneiro. A tora era suspensa por cordas, dentro da máquina de guerra. Os soldados empurravam a máquina até perto da muralha ou dos portões e, ao chegarem a uma distância suficiente, puxavam a tora para trás e depois a empurravam para a frente com toda a força. Josefo comentou que nenhuma muralha ou torre conseguia resistir à violência desses golpes.
Sabendo disso, os sicários usaram um sistema engenhoso para reforçar a muralha exterior. Usando as vigas dos telhados de 90 por cento das construções de Massada, eles construíram uma muralha de madeira por dentro da muralha de pedra e encheram de terra o espaço entre as duas. A muralha interna "deveria ter entre 20 e 25 metros de extensão, cerca de 18 metros de espessura e 7 a 8 metros de altura".[2] Aparentemente, o aríete tinha pouco efeito sobre este tipo de muralha, exceto o de compactar ainda mais a terra, a cada novo golpe. Mas o sucesso da nova muralha de madeira não durou muito, pois ela tinha uma grande fraqueza: podia ser queimada.
Silva ordenou que suas tropas lançassem tochas flamejantes sobre a muralha, e, em pouco tempo, ela estava em chamas. Quando um vento vindo do norte soprou as chamas de volta na direção dos romanos, os judeus cercados sentiram a esperança renascer. Mas os ventos mudaram outra vez, levando as chamas novamente para a muralha. Enquanto suas defesas queimavam rapidamente, os sicários perceberam que o fim estava próximo.
O suicídio
Em vez de investirem para a matança, os legionários voltaram a seus acampamentos para passar a noite, preparando-se para desferir o ataque final pela manhã. Porém, durante a noite, Eleazar ben Jair convenceu seus compatriotas, embora com certa dificuldade, de que era melhor morrerem livres do que sofrerem a tortura que certamente estaria reservada para eles e suas famílias, nas mãos dos romanos. O suicídio coletivo era preferível à escravidão. Com grande tristeza, cada chefe de família matou sua mulher e seus filhos. Em seguida, foram sorteados dez homens para matar os restantes. Desses, um foi selecionado para matar os outros nove, incendiar o palácio onde todos haviam tombado e, depois, suicidar-se.
Com o raiar do sol, as tropas romanas precipitaram-se pelas fendas da muralha, preparadas para entrar em combate contra a resistência, mas tudo o que encontraram foi o silêncio. Intrigados, os soldados gritaram para atrair os guerreiros. Em vez disso, viram surgir das sombras duas mulheres e cinco crianças, que haviam escapado do massacre da noite anterior escondendo-se em cavernas subterrâneas. Os sobreviventes contaram aos romanos o que os sicários tinham feito, mas eles só acreditaram quando entraram no palácio incendiado e contemplaram o monte de cadáveres.
As mortes ocorreram no décimo quinto dia do mês de nisã, segundo o calendário judaico, no primeiro dia da Festa dos Pães Asmos do ano de 73 d.C.[3]
Atualmente, o moderno Estado de Israel – a única verdadeira democracia do Oriente Médio – homenageia Massada, não necessariamente por seus defensores, mas por seus ideais. As palavras do hino nacional israelense expressam o anseio do coração de todo judeu, desde que os romanos romperam as defesas de Massada: "Viver em liberdade na terra de Sião e Jerusalém".

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Onésimo, o Servo útil


Onésimo de Bizâncio (em grego: Ὀνήσιμος, que significa "útil") foi um escravo romano de Filémon, um cristão. Ele também é considerado como sendo o bispo de Bizâncio entre 54 e 68 d.C.1
Após um período, Onésimo transgrediu contra Filémon e fugiu para o local onde Paulo estava aprisionado (provavelmente Roma ou Éfeso) para escapar a punição pelo roubo que havia cometido.2 Lá, ele ouviu a pregação de Paulo e se converteu ao cristianismo. O apóstolo, tendo antes convertido também Filémon, reconciliou os dois e escreveu uma carta para ele (que hoje é parte do Novo Testamento com o nome de Epístola a Filémon3 ). Nela, se lê:

Rogo-te por meu filho Onésimo, que eu gerei nas minhas prisões, o qual outrora te foi inútil, mas agora é útil a ti e a mim; e eu to envio a ele que é meu próprio coração. Eu quisera tê-lo perto de mim, para que me servisse em teu lugar nas prisões do Evangelho, mas nada quis fazer sem a tua aprovação, para que o teu benefício não fosse como por necessidade, mas da tua livre vontade. Talvez por isso ele se apartasse de ti por algum tempo, para que tu o recuperasses para sempre; não mais como servo, mas em vez de servo, como irmão amado, de mim principalmente e mais ainda de ti, quer na carne quer no Senhor.
—  Paulo de Tarso. Epístola a Filemon

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Por causa desta epístola de Paulo, Filémon aceitou de volta Onésimo como seu irmão e o libertou da escravidão. Ainda que seja um fato contestado, é possível que este Onésimo seja o mesmo que foi consagrado bispo pelos apóstolos e aceitou a sé episcopal de Éfeso, sucedendo a Timóteo.
Carta de Paulo  para Filemon ;

a. Saudação (1-3)
b. Ações de Graça (4-7)
c. Intercessão por Onésimo (8-22)
i.O envio de Onésimo a Filemon (8-16)
1. A pessoa de Onésimo (8-10)
2. O valor de Onésimo (11)
3. A liberdade de Onésimo sugerida (12-16)


ii. A recepção de Filemon a Onésimo (17-22)

d. Saudações Finais (23-25)

A carta inicia-se com uma apresentação (Filémon 1:1-3). Logo após, há os agradecimentos a Filemon por seu amor e por sua  (Filemon 1:4-7).
A parte central da carta é o pedido feito a Filemon a respeito do escravo Onésimo. Este havia fugido e, neste ínterim, se convertido ao cristianismo. Paulo, então, pede a Filemon que perdoe Onésimo e o acolha como um irmão em Cristo (vv. 8-22) (Filemon 1:8-22).
Por fim, há as saudações finais (Filemon 1:23) e uma bênção (Filemon 1:25).
Esta é uma das poucas cartas sobre a qual não residem dúvidas quanto à autenticidade da autoria paulina.
Dentre todas as epístolas de Paulo, Filemon é a que mais se aproxima da forma das antigas cartas privadas. Seus traços pessoais apelam para a veracidade de Paulo como autor.O livro de Filemom é uma história de amor fraternal, entre um escravo e um missionário Paulo, mas também fala da restauração e o perdão de uma dissensão entre  um escravo Onésimo e Filemom seu dono.
“Peço-te por meu filho Onésimo, que gerei nas minhas prisões; O qual noutro tempo te foi inútil, mas agora a ti e a mim muito útil; eu to tornei a enviar. E tu torna a recebê-lo como às minhas entranhas. Eu bem o quisera conservar comigo, para que por ti me servisse nas prisões do evangelho”.
Filemom 1:10 – 13
È uma linda história da capacidade do cristianismo em agregar, unir pólos opostos: escravo e livre, rico e pobre, negro e branco, analfabeto e culto; e também  da capacidade de romper barreiras crônicas, que para muitos é impossível de serem removidas: de perdoar pecados remotos, de suprimir ressentimentos, e suplantar amarguras antigas.Paulo escreve uma carta de recomendação para Filemom, seu amado irmão e companheiro de trabalho, em favor de Onésimo – um desertor, ladrão, e ex-escravo sem valor, mas que é agora um irmão de Filemom em Cristo, gerado através de oração e da pregação do evangelho enquanto está preso.Com muito tato e  carinho, Paulo pede que  Filemom receba Onésimo de volta com a mesma gentileza com que receberia ele próprio. Qualquer ônus, que o mesmo causasse, Paulo promete ressarcir.
Conhecendo Filemom, Paulo tem certeza de que o amor e perdão predominariam nessa nova relação.
Segundo a tradição cristã, durante o reinado do imperador romano Domiciano e a perseguição de Trajano, Onésimo foi preso em Roma e martirizado por apedrejamento e depois decapitado 4 (ou teve seus ossos quebrados1 ).

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

O Evangelista de Gadara ( O Missionário Gadareno )


( Marcos 5:1-20 )

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Nos tempos de Jesus, havia ali um homem fora de si. Ele era muito estranho: não parava em casa, passava dias e noites nas cavernas e nos cemitérios, feria-se de propósito, gritava pelas estradas, tinha uma força capaz de arrebentar correntes de ferro, era violento e perigoso, andava nu e assustava todo mundo. Poderia ser um louco varrido, mas, no caso desse gadareno, o diagnóstico era outro. O rapaz estava de fato endemoninhado.
Os demônios são anjos caídos, espíritos maus (também chamados de imundos) a serviço de Satanás, capazes de entrar numa pessoa e dominá-la por completo, causando tormentos, doenças, deformidades físicas, convulsões e principalmente transtornos mentais. Eles são inimigos de Deus, mas não são ignorantes. Referem-se a Deus como o “Deus Altíssimo” (Mc 5.7; At 16.17) e a Jesus como o “santo de Deus” (Mc 1.24) ou o “Filho do Deus Altíssimo” (Mc 5.7). Eles chegam a falar dos dois temas contrários: a salvação (At 16.17) e o dia do juízo (Mt 8.29). Quando Jesus pisou em terra, depois da difícil travessia do mar da Galileia, o tal endemoninhado de Gadara foi ao seu encontro e o Senhor o curou. Pouco depois o rapaz “estava assentado aos pés de Jesus, vestido e em perfeito juízo” (Lc 8.35). O milagre provocou grande reboliço em toda a região e reações diferentes. Os envolvidos com aquele acontecimento fizeram pedidos diferentes e curiosos a Jesus. Os demônios pediram “com insistência” a Jesus que os transferisse do corpo daquele homem para os porcos que pastavam nas imediações. Os gadarenos pediram “com insistência” que Jesus saísse da terra deles. E o ex-endemoninhado pediu “com insistência” que Jesus o deixasse permanecer na companhia dele.
 

A Cidade de Gadara

Gadara (hoje Um Queis) estava localizada em uma região chamada de Transjordânia. A dez quilômetros ao sudeste do mar da Galileia, na Palestina. A Transjordânia era montanhosa, com muitos bosques e ficava a leste do rio Jordão. Originalmente, era habitada por povos de origem aramaica, mas foi logo colonizada pelo elemento grego, instalando-se fortemente o helenismo na região.
As cidades helênicas passaram a se unir em torno de uma liga, chamada nos tempos de Jesus de Decápolis, que constituíam uma espécie de confederação de dez cidades, com uma certa autonomia em volta de seu território.
As mais célebres destas cidades eram: Damasco, Hipos, Tiberíades, Gadara, Gerasa, Pella e Filadélfia.
E a Transjordânia e a Decápolis, ficavam no meio do caminho que levava do Egito à Assíria, dois grandes reinos da época. De forma que quando estes domínios estavam em mãos de governos opostos, tendiam à guerra e as cidades que estavam entre eles eram logo as primeiras a sofrer com as misérias da guerra.
O ódio alimentado por ressentimentos, o caos, a profunda depressão e as marcas a "ferro quente" impressas na alma dos pobres cidadãos, os que mais sofrem em conflitos, faziam do coração humano, na cidade de Gadara, um terreno fértil para o domínio e a possessão do maligno.

A LIBERTAÇÃO DO GARDARENO
TEXTO. MARCOS 5: 1 – 9
Introdução: Comentário sobre libertação.
Transição. Comentar o texto lido. 3 Pontos de vista.
I – AÇÕES DO JOVEM GARDARENO.
1) – Vivia preso com cadeias – ( 3 - 4)
2) – Vivia nos sepulcros – ( 4 -5)
3) – Vivia atormentado. (5)
a) – Psicologicamente
b) – Fisicamente
c) – Espiritualmente.
II – COMO CONSEGUIU SUA LIBERTAÇÃO?
1) – Vendo, pois a Jesus de longe – (6)
2) – Correu e o adorou – (6)
3) – Clamando com grande voz – ( 7)
III – RESULTADO DE SUA LIBERTAÇÃO.
1) – Mudanças de atitudes – (15)
(Sentado, Vestido e em perfeito juízo)
2) – Desejava estar sempre com Jesus (18)
3) – Vai para casa para os seus – (19)
4) – Testificava nas cidades sobre Jesus – (20)
Jesus O Libertador
Antes: Na Chegada de Jesus veio Possesso de Demônios; (Lc. 8: 27)
Depois: Na Saída veio Liberto dos Demônios com desejo de seguir a Cristo; (Lc. 8: 38) 
Antes: Não andava Vestido (Lc. 8: 27)
Depois: Passou a andar Vestido (Lc. 8: 35)
Antes: Morava em Sepulcros perto dos mortos, longe de sua família e de todos vivos; (Lc. 8: 27)
Depois: Mora em sua Casa perto de sua família e dos vivos, longe dos mortos; (Lc. 8: 39)
Antes: Arrebatado pelos demônios para o Deserto em lugares desabitados; (Lc. 8: 29) 
Depois: Arrebatado pelo Espírito Santo Para Pregar em lugares habitados; (Lc. 8: 39) 
Antes: Todos procuravam Prende-lo; (Lc. 8: 29) 
Depois: Todos procuram Ouvi-lo; (Lc. 8: 39)
Antes: Sem Juízo; (Lc. 8: 27)
Depois: Com Juízo; (Lc. 8: 35) 
Antes: A Multidão queria que Cristo fosse embora; (Lc. 8: 37)
Depois: Ele queria ir com Jesus; (Lc. 8: 38)
Antes: Aos pés do Diabo; (Lc. 8: 30)
Depois: Aos pés de Jesus; (Lc. 8: 35) 
Antes: Contavam que ele era endemoninhado; (Lc. 8: 29) 
Depois: Contavam que ele foi Liberto; (Lc. 8: 36)
Antes: O Endemoninhado Gadareno; (Lc. 8: 26,27) 
Depois: O Missionário Gadareno. (Lc. 8: 38,39) 
Kursi (Cursi) nas Colinas de Golan
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sábado, 28 de setembro de 2013

A Travessia do Mar de EXODUS


“ E os filhos de Israel entraram pelo meio do mar em seco; e as águas foram-lhes como muro à sua direita e à sua esquerda.E os egípcios os seguiram, e entraram atrás deles todos os cavalos de Faraó, os seus carros e os seus cavaleiros, até ao meio do mar. ”  ÊXODOS 14:22-23
03 
MAR VERMELHO
O mar Vermelho (árabe:Bahr el-Ahmar, hebraico Yam Suf ou Hayam Haadóm) é um golfo do Oceano Índico entre a África e a Ásia. Aosul, o mar Vermelho comunica com o oceano Índico pelo estreito de Bab el Mandeb e o golfo de Áden. A norte se encontram a península do Sinai, o golfo de Aqaba e o canal de Suez (que permite a comunicação com o Mar Mediterrâneo).
O mar Vermelho tem um comprimento de aproximadamente 1900 km, por uma largura máxima de 300 km e uma profundidade máxima de 2 500 metros na fossa central, com uma profundidade média de 500 m, sua água tem um percentual de salinidade de aproximadamente 4% (ou 40‰). O mar Vermelho é famoso pela exuberância de sua vida submarina, sejam as inúmeras variedades de peixes ou os magníficoscorais. A superfície do mar Vermelho é de aproximadamente 450 000 km², com uma população de mais de 1000 espécies de invertebrados, de 200 espécies de corais e de ao menos 300 espécies de tubarões.
02
A ESCRAVIDÃO NO EGITO
Depois da morte de José e de toda a sua geração, subiu ao trono do Egito um novo Faraó - e muito provavelmente uma nova Dinastia - "que não sabia nada a respeito de José." (1:6,8 BLH) Segundo o relato bíblico, o Faraó disse ao seu povo: "Ele disse ao seu povo: Eis que o povo dos filhos de Israel é mais numeroso e mais forte do que nós. Vamos, usemos de astúcia para com ele, para que não se multiplique, e seja o caso que, vindo guerra, ele se ajunte com os nossos inimigos, peleje contra nós e saia da terra." (1:9,10ALA)
Com esse fim designaram sobre eles, chefes de trabalhos forçados com o objetivo de oprimi-los; de tornar a sua vida penosa. Segundo o relato bíblico, os israelitas trabalham na construção das cidades de Pitom (ou Pi-Atum, que significa "Casa de [deus] Atum") e Ramsés (que significa "Casa do Filho de [deus] Rá"; ou Pi-Ramsés-Meri-Amon), que seriam locais para armazenagem de cereais. Ambas as cidades situavam-se na fronteira oriental do Delta do Nilo. A cidade de Pi-Ramsés seria a Avaris mencionada no relato do sacerdote e historiador egípcio Manéto, citado pelo historiador judeu Flávio Josefo.
A FIGURA DE MOISÉS
É neste contexto que surge o nascimento de Moisés. Uma mulher levita (da tribo de Levi) consegue salvar seu bebê o deixando sem rumo no rio Nilo em uma arca de junco. Então a filha do Faraó acha o bebê, e dá a ele o nome de Moisés (traduzido como Salvado das águas). Moisés cresceu dentro da sociedade egípcia, mas depois se solidariza com os israelitas, ao matar um egípcio que estava batendo em um israelita.
Então foge do país e vai para Midiã.18 Lá ele casa, e depois, converte-se em pastor do sacerdote Jetro (chamado Reuel, em outra parte do Êxodo) e por sua vez Moisés chega a ser marido da filha de Jetro, Zípora. Enquanto rebanhava o bando de ovelhas de seu sogro Jetro19 no Monte Horebe,17 encontra Deus na forma de um arbusto queimando. Deus revela seu nome, Yahweh (ou Javé), a Moisés, e diz que ele deve voltar ao Egito e liderar a fuga dos hebreus rumo à Terra Prometida de Abraão (Canaã).
Moisés retorna ao Egito, e Deus o instrui a aparecer diante do faraó e informar ele da exigência de Deus de que ele deixe o povo de Deus partir. Moisés e seu irmão Arão fazem isso, mas o faraó recusa o pedido e oprime ainda mais os hebreus. Moisés fala a Deus e Deus diz que os hebreus conseguirão deixar o Egito. Deus envia uma série de pragas sobre o Egito, mas o faraó insiste em recusar. Deus instrui Moisés a instituir o sacrifício da Passagem entre os hebreus, e mata todos os primogênitos egípcios e seus gados, mas evita as casas dos israelitas, que haviam marcado as portas de suas casas com sangue de cordeiro. O faraó reconhece sua derrota e então concorda em deixar os hebreus partirem.
ARQUEOLOGIA E FISICA
A história bíblica da divisão do Mar Vermelho, registrada no livro do Êxodo, pode ter acontecido de verdade. Ou, pelo menos, poderia ter acontecido sem quebrar nenhuma lei da Física. Pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica dos Estados Unidos e da Universidade do Colorado mostraram como o movimento do vento descrito na Bíblia pode ter, de fato, afastado as águas e permitido a passagem de Moisés e o restante de seu povo.
FotoSonarNuweibaPassagem
Simulações feitas em computador mostraram que ventos fortes vindos do leste, soprando durante toda a madrugada, poderiam ter "partido" as águas em uma região onde um afluente antigo do rio Nilo teria se fundido com uma lagoa costeira no Mar Mediterrâneo. Os ventos fortes teriam empurrado a água fazendo surgir uma passagem (veja o vídeo abaixo), permitindo que as pessoas atravessassem o local com segurança. Imediatamente após o cessar dos ventos, as águas teriam voltado ao normal. "As simulações combinam com o que aconteceu na história do Êxodo", disse Carl Drews, chefe da pesquisa. "O vento empurra a água de acordo com as leis da Física, criando uma passagem segura com água dos dois lados, e então permite a volta da água abruptamente". Mas os próprios pesquisadores duvidam que os hebreus conseguissem fazer a travessia pela passagem com ventos tão fortes, de 107 km/h, soprando contra.
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Ronald Eldon Wyatt (1933 - 4 de agosto de 1999) foi um arqueólogo contestado por suas supostas descobertas arqueológicas a respeito de localidades bíblicas. Ele afirmava ter encontrado a verdadeira Arca da Aliança, a Arca de Noé, a Rota do Exôdo e as cidades de Sodoma e Gomorra. Vejam o post acima e verifiquem as provas .  Expedições comprovaram algumas de suas descobertas.
00
O Rei Salomão também marcou com um “ Ponto historico ” o local da travessia ( Entre a saida no Egito e a chegada na Arabia Saudita ).

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